Desaparecida há 3 meses, menina é considerada morta em Feira de Santana

Desaparecida há 3 meses, menina é considerada morta em Feira de Santana

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Um homem chegou a ficar preso por 11 dias com suspeita de participação no crime onde uma menina estava desaparecida, mas foi solto

A Polícia Civil informou nesta quarta-feira (26) que o crânio encontrado no dia 14 de fevereiro, no bairro Feira IX, em Feira de Santana, é da menina Gabrielly Gomes Santana, de 7 anos, que estava desaparecida havia três meses.

Segundo o coordenador da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana), João Uzzum, foram encontrados vários fragmentos de ossos no local.

O exame do setor de genética do Departamento de Polícia Técnica (DPT) confirmou que parte do crânio é da menina.

“Agora o departamento de antropologia vai investigar se restante dos ossos encontrados também são dela. Os ossos estavam com partes carbonizadas”, afirmou o delegado.

O crânio estava jogado num terreno baldio. A criança foi vista pela última vez no dia 21 de janeiro, no bairro Gabriela, e o paradeiro da menor era desconhecido desde então.

Um homem chegou a ficar preso por 11 dias com suspeita de participação no crime, mas foi solto.

“Hoje não há ninguém preso. Mas estavam seguindo uma linha de investigação sobre o crime. Ainda não podemos divulgar, mas estamos investigando”, argumentou o delegado.

Um retrato falado de um homem e uma mulher foi divulgado, no dia 23 de março, suspeitos de terem sido vistos com a menina.

Em janeiro, a avó da criança, Maria Glória Costa Gomes, 57 anos, disse que foi muito rápido o momento do desaparecimento. “Eu tinha ido lavar o banheiro e ela ficou na escada na frente da casa brincando. Eu disse para ela não sair. Pouco tempo depois chamei por ela e Gabrielly não respondeu. Então eu fui na porta e só vi as sandálias e o brinquedo na minha neta. Nessa hora me desesperei”, lamentou a avó.

A mãe da criança, a babá Jeisa Gomes, 30 anos, estava no trabalho quando soube do desaparecimento da filha.

De acordo com o padrasto de Gabrielly, Moisés Evangelista, 38

anos, vizinhos relataram ter visto um carro suspeito rondando o

condomínio onde ocorreu o desaparecimento.

“Os vizinhos disseram que um Corsa de cor prata estava passando

pela rua da avó de Gabrielly e que após passar em frente da casa

ele fez o retorno e parou próximo da criança”, disse Moisés,

quando a criança desapareceu.

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