Nesta última Terça-feira (28/02), Olodum saiu no Campo Grande arrastando a massa

Nesta última Terça-feira (28/02), Olodum saiu no Campo Grande arrastando a massa

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O Bloco Olodum fechou seu Carnaval com chave de ouro, desfilando na Pipoca do Olodum (sem cordas), os fãs do Olodum fizeram a festa lotando a todo o percurso do Circuito Campo Grande.

O tema do carnaval do Bloco Olodum em 2017 marca a celebração dos 30 anos da canção “Faraó, Divindade do Egito” de Luciano Gomes foi um Sucesso.

Olodum
Narcizinho e Mateus Vidal – Vocalistas do Olodum (Foto: Eduardo Santana -Tv do Servidor Público)

Em 1987, pela primeira vez na história do Carnaval da Bahia um Bloco Afro teve a ousadia e a irreverência de retratar a cultura Egípcia africana em seu desfile Carnavalesco.

Olodum
Avenida Lotada. Foto: Eduardo Santana -Tv do Servidor Público

O hit “Faraó Divindade do Egito” foi a sensação e contagiou os foliões de Salvador e do Brasil, todos entoaram este hino musical que permanece até hoje na memória e no coração de todos mundialmente.

Foto: Eduardo Santana -Tv do Servidor Público

Ao longo de sua trajetória carnavalesca o Bloco Olodum tem trilhado muitos caminhos. Caminhos da paz, da igualdade, do respeito, da liberdade religiosa.

Agora nos Caminhos da Luz buscando fez uma imersão pelos

mistérios e enigmas da história do Faraó Akhenaton e os

Caminhos que percorreu em torno do grande ‘Aton’ (Deus Sol).

Assista momentos da Pipoca:

A história do Bloco Afro:

O bloco mais lindo de se ver no carnaval baiano, o Olodum, foi criado em Salvador no bairro do Maciel – Pelourinho por um grupo de moradores em 25 de abril de 1979 numa época em que este bairro era marginalizado e discriminado pela população baiana.

O Bloco Olodum surge para ocupar um espaço da expressão cultural contemporânea do continente africano que no Estado da Bahia tem sua maior representação e expressividade.

No início, os foliões do Olodum eram apenas moradores do

Pelourinho que tinham como objetivo celebrar a herança cultural

africana, considerando que a maioria da população Soteropolitana

é descendente de africanos.

A partir da década de oitenta o Olodum tornou-se uma Organização não Governamental (ONG) do movimento negro brasileiro e desenvolve ações de combate à discriminação racial, estimula a autoestima e o orgulho dos afro-brasileiros, defendendo a luta dos direitos humanos na Bahia-Brasil.

A ação cultural do Bloco contribuiu e tem contribuído decisivamente para a revitalização do Centro Histórico de Salvador não só como um lugar de visitação turística, mas também como um lugar em que a educação revitaliza esperanças, como é o caso do Projeto Educacional da Escola Olodum que capacita, jovens e adolescentes em diversas áreas do conhecimento tais como, música percussiva, dança afro, informática, formação da cidadania e outros.

As cores do Bloco Olodum

As cores são do Rastafarianismo e do Movimento Reggae. São

cores internacionais da diáspora africana e constituem uma

identidade internacional contra o racismo e a favor dos povos

descendentes da África.
Preto, o orgulho da Raça negra.
Amarelo, o ouro da África (maior produtor mundial).
Vermelho, o sangue da Raça negra.
Verde, as florestas equatoriais da África.
Branco, a Paz mundial.

A Palavra Olodum:

A palavra Olodum é de origem Yorubá que significa “Deus dos

Deuses” ou “Deus maior”, Olodumaré, que não representa um

orixá, e sim, o Deus criador do universo e dele senhor.

A Banda

Já encantou artistas como Michael Jackson, Linton Kesey Johnson, Paul Simon, Julian Marley, Gal Costa, Caetano Veloso, Xuxa, Ivete, Cidade Negra, Caetano, Gil, Tim Maia, Jorge Ben, Elba Ramalho, Daniela Mercury, Carlinhos Brown, dentre muitos outros…
A Banda Olodum já percorreu países como França, Estados Unidos, Bélgica, Holanda, Alemanha, Itália, Suíça, Escócia, Noruega, Dinamarca, Inglaterra, Argentina, Espanha, Eslovênia, Canadá, Japão, Chile, Escócia, Cuba, Angola, Senegal, Benin, Portugal, Irlanda, Irlanda do Norte, Turquia, Israel, Finlândia, México, Venezuela, Austrália, Guiana Francesa, Coréia, Senegal, Argentina, Uruguai, entre tantos outros países.

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