Professor Rui Oliveira e delegação baiana debatem situação dos precatórios do Fundef...

Professor Rui Oliveira e delegação baiana debatem situação dos precatórios do Fundef na Assembleia Legislativa do Ceará

127
0
rui

Fique sabendo como está a situação dos Precatórios na Bahia:

Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) aprovaram

Resolução advertindo os prefeitos de que os recursos oriundos de precatórios

referentes ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental (Fundef) só

poderão ser aplicados em educação, nos termos da Lei Federal 11.494/2007, sob

pena de caracterização de desvio de finalidade.

Alertam que, em caso de descumprimento, os gestores estão sujeitos a penas administrativas e a representação ao Ministério Público Federal.

Não se admite, também, de acordo com o documento, “a qualquer título, a cessão

dos créditos de precatórios, nem a sua utilização para o pagamento de honorários

advocatícios, inclusive na hipótese dos contratos celebrados para propositura e

acompanhamento de ação judicial visando obter os respectivos créditos,

ressalvadas decisões judiciais em contrário, transitadas em julgado”.

O TCM decidiu emitir uma Resolução orientando os prefeitos em razão do volume de recursos que os municípios vão receber após questionarem na Justiça o repasse a menor de recursos do Fundef, por parte da União, entre os anos de 1998 e 2006.

Sentenças já prolatadas em favor de 48 municípios pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região – dos 198 municípios que recorreram à Justiça – preveem o pagamento de um total de R$702 milhões. Algumas prefeituras já receberam os precatórios milionários, como por exemplo, a de Casa Nova, que foi beneficiada com o equivalente a R$92,7 milhões.

O objetivo do TCM é impedir o uso indevido destes recursos em ações estranhas à educação e advertir os prefeitos sobre a rigorosa fiscalização que será realizada e as punições a que estão sujeitos em caso de desvio de finalidade. Isto se fez necessário porque há informações de que alguns prefeitos de municípios contemplados com os precatórios manifestaram a intenção de utilizar os recursos de forma livre e desvinculada da educação, sob o argumento de que os valores não teriam mais a natureza de verba do Fundef, e sim indenizatória – o que preocupa não só o TCM como também o Ministério Público Federal, Estadual e o Ministério Público de Contas.A

Comentarios

comentarios

Nenhum Comentário

Deixe uma resposta